Como estruturar, padronizar e classificar laudos de ultrassonografia — na prática, por quem lauda todos os dias.
Como descrever lesões mamárias ao ultrassom com o léxico BI-RADS (forma, orientação, margens, ecogenicidade e características posteriores) e fechar o laudo com a cat…
O ACR TI-RADS pontua cinco categorias morfológicas do nódulo tireoidiano e define a categoria TR1 a TR5, que cruzada com o tamanho da lesão indica PAAF, seguimento o…
Como estruturar o laudo de Doppler arterial de membros inferiores na investigação de DAP: segmentos a avaliar, parâmetros do Doppler espectral, critérios de graduaçã…
Como padronizar o laudo de ultrassom de hérnias da parede abdominal: técnica com Valsalva, descrição do defeito, conteúdo herniário e conduta sugerida.
Como estruturar o laudo de USG de partes moles, descrever nódulos subcutâneos, lipomas, cistos e coleções com clareza e padronizar a hipótese diagnóstica.
Como estruturar o laudo do ultrassom morfológico do segundo trimestre, da biometria fetal aos marcadores, com clareza, padronização e segurança.
Como estruturar o laudo do USG de joelho com clareza: tendões, ligamentos colaterais, recessos articulares, cisto de Baker e manobras dinâmicas.
Como estruturar o laudo de USG de vesícula biliar: descrever cálculos, lama biliar, pólipos, sinais de colecistite e correlacionar com a clínica.
A esteatose hepática deixou de ser um achado incidental para se tornar uma das alterações mais frequentes da rotina de ultrassonografia abdominal. Com o aumento expr…
Como estruturar o laudo do USG de ombro com clareza: manguito rotador, bíceps, bursa, articulação acromioclavicular e manobras dinâmicas.
O ultrassom obstétrico de terceiro trimestre é um dos exames mais sensíveis da rotina ginecológica e obstétrica: o feto já está formado, os achados orientam diretame…
O ultrassom de rins e vias urinárias é um dos exames mais solicitados na prática clínica, presente desde a investigação inicial de uma lombalgia até o seguimento de …